domingo, 18 de fevereiro de 2018

ESTÃO À VENDA


MSP recomendou "não consumir" a erva com cannabis devido à falta de autorização
Nenhuma das duas ervas que já foram lançadas no mercado tem autorização do Ministério da Saúde Pública.

Miércoles, 24 Mayo 2017 - O Ministério da Saúde Pública (MSP) informou que as ervas com cannabis, registradas como Cosentina e La Abuelita, não são autorizadas pela entidade e, portanto, não possuem o apoio da autoridade sanitária.

"Chamamos a atenção da população para que eles não consumam algo que não tenha apoio", disse o diretor de saúde nacional, Jorge Quian, em declarações à imprensa reunidas por Telenoche.

Quian explicou que em nenhum momento foi a autorização do MSP solicitado pelas ervas que são apresentadas como "erva-mate composta de cannabis".

Por outro lado, explicou que devido à sua composição, "é feita com cânhamo e tem menos de 1% da substância ativa da maconha", não tem efeitos psicoativos.

Há algum tempo, o especialista em cannabis medicinal Raquel Peyraube, disse à Efe que "seria impossível" para o Ministério da Saúde Pública autorizar um produto com propriedades psicoativas fora do estabelecido por lei, que é a comercialização do produto em farmácias.

"Ou seja, se um produto que mantém propriedades psicoativas é comercializado, seria ilegal", acrescentou.

O Conselho Nacional de Drogas, por sua vez, já anunciou que "nenhum desses produtos está registrado no Ministério da Saúde Pública, conforme exigido pela regulamentação vigente".

Ambas as ervas estão à venda em grandes redes de supermercados em todo o Uruguai a partir desta semana, disseram as empresas ao Portal de Montevidéu. Original em espanhol, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: El Pais.
Veja também aqui: Uruguai começará a vender erva-mate com cannabis sem efeito psicoativo, e aqui: Uruguay comenzará a vender yerba mate con cannabis.

Comer a cada 3 horas acelera envelhecimento, diz prêmio Nobel de medicina

18/02/2018 - Comer a cada 3 horas acelera envelhecimento, diz prêmio Nobel de medicina.

Flotilin-1 na substância Nigra do cérebro de Parkinson e uma localização predominante nos nervos catecolaminérgicos no cérebro de rato

23 January 2004 - Flotillin-1 in the substantia Nigra of the Parkinson brain and a predominant localization in catecholaminergic nerves in the rat brain.

Doença de Parkinson e sono

18/02/2018 - Uma das coisas mais estranhas e interessantes sobre o sono é sonhar. Os sonhos são um fenômeno muito complexo e, embora alguns possam refletir o que estamos preocupando ou pensando durante o dia, alguns são simplesmente estranhos. Os sonhos mais memoráveis ​​e emocionalmente poderosos acontecem durante a fase de sono REM (movimento rápido do olho) , que é o estágio do sono quando nossos cérebros são mais parecidos com um estado de vigília.

Os sonhos podem nos contar muito sobre nós mesmos – incluindo, talvez, se é provável que desenvolvamos a doença de Parkinson. Parkinson é um distúrbio degenerativo do sistema nervoso central mais conhecido pelos tremores ou tremores que frequentemente o acompanham. É uma doença crônica incurável e afeta gradualmente os músculos e a capacidade mental, afetando seriamente a vida do paciente e seus familiares imediatos. Na cultura popular, Parkinson está bem associado com Michael J. Fox, que sofre da doença e é uma das figuras mais públicas e vocais que promovem pesquisa e melhores tratamentos.

Um estudo do Centro para o Envelhecimento Saudável da Dinamarca e o Centro Dinamarquês para a Medicina do Sono, entre outros lugares, explica como os sonhos podem manter a pista de que as pessoas podem estar no caminho certo para desenvolver o Parkinson. Os pesquisadores descobriram que um dos primeiros sintomas da doença de Parkinson pode ser um distúrbio do sono REM conhecido como distúrbio do comportamento do sono REM (RBD) . Há algumas coisas que acontecem com RBD:

Normalmente, quando dormimos, o corpo desliga nosso movimento muscular durante o sono REM, para que não possamos atuar nos nossos sonhos.

Em pessoas com RBD, este desligamento não acontece.

Neste caso, as pessoas têm sonhos que são muito vívidos e violentos, obrigando-os a conversar, socar, chutar, gritar e até saltar da cama.

Curiosamente, RBD geralmente é visto em pessoas de meia idade para idosos, e é mais provável que aconteça em homens do que em mulheres.

Este sonho altamente ativo pode aparecer até 8 anos antes do início de outros sintomas de Parkinson, então os pesquisadores estão ansiosos para ver se eles podem usar isso para ajudar os pacientes antes que a doença se torne muito grave. O próximo passo é que os cientistas vejam se RBD é sempre um sinal de Parkinson ou se o sonho ativo pode ser um traço benigno.

Além de ser um possível sinal precoce de Parkinson, RBD impede que as pessoas tenham um sono repousante, principalmente porque estão tão ativos durante seus sonhos. De qualquer forma, é importante continuar estudando este distúrbio do sono REM e outros distúrbios do sono – os perigos a longo prazo são muito assustadores para ignorar.

Bons sonhos,

Michael J. Breus, PhD.
Fonte: Psy.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Saúde da mente é tema fundamental no envelhecimento

17 Fev 2018 - Saúde da mente é tema fundamental no envelhecimento.

Israel aposta em maconha com fim medicinal

País custeia estudos com a erva; 25 mil pacientes têm autorização para usá-la

17.fev.2018 - TEL AVIV - Terra do leite e do mel. E da maconha. A erva, cada vez mais usada para fins medicinais, está no cerne da vida e da pesquisa biotecnológica em Israel. Nada menos do que 27% da população de 18 a 45 anos um dos maiores percentuais do mundo consumiu cânabis em 2017.

A demanda levou à criação, por exemplo, do "Uber da maconha", o popular aplicativo Telegrass, para fornecimento anônimo em casa.

Israel descriminalizou parcialmente o uso recreativo da erva em 2017. Sob a nova política, os fumantes flagrados em público estão sujeitos a multas. Só quem for pego muitas vezes é indiciado.

No campo da pesquisa com a planta, Israel saiu na frente na década de 1960, quando o professor Raphael Mechoulam isolou dois componentes: o THC (psicoativo) e CDB (terapêutico).

Em 2016, o governo israelense decidiu investir US$ 2,13 milhões em 13 projetos sendo um dos três governos do mundo a custear pesquisas com maconha, ao lado dos de Canadá e Holanda.

Desde então, mais de 150 testes clínicos estão em andamento e o Ministério da Saúde recebeu mais de 380 pedidos de agricultores para cultivar maconha, além de 95 solicitações de instalação de farmácias e 44 de lojas de produtos derivados.

Vinte e dois laboratórios estão autorizados a vender medicamentos aos 25 mil pacientes israelenses que têm permissão para usar cânabis medicinal. Mas é grande a pressão para aumentar esse número e desburocratizar a certificação de médicos que possam dar receitas.

Os olhos dos israelenses, porém, estão voltados para a exportação. Em agosto de 2016, uma comissão interministerial submeteu uma recomendação de que Israel comece a exportar suas iniciativas na área. A autorização deve sair em breve.

As vendas externas podem atrair receita de US$ 1 bilhão por ano ao país num mercado mundial que deve chegar a US$ 33 bilhões em 2024, segundo comissão dos ministérios da Saúde e das Finanças.

IMPOSTOS
Ao investir no mercado da maconha medicinal, Israel espera não só gerar empregos internamente em áreas como agricultura, pesquisa, comércio, serviços e turismo como também aumentar a arrecadação de impostos.

A imagem de inovadora da "nação start-up" também está em jogo, algo importante para um país sob constantes críticas internacionais.

"Tem havido um aumento no uso de cânabis medicinal e um progresso significativo no entendimento das bases científicas de sua ação", diz Yuval Landschaft, diretor da Agência Israelense de Cânabis Medicinal (AICM).

Hoje, cerca de cem empresas locais trabalham nesse segmento, oferecendo maconha medicinal em formas que não incluem o fumo. São vaporizadores, inaladores, cremes, óleos, pílulas, adesivos e comprimidos sublinguais. Outras 400 empresas buscam entrar nesse mercado.

"Temos uma agricultura muito avançada. Junte a isso o ambiente de inovação e uma substância ilegal que todo mundo usa e ama. Isso vira um jogo muito interessante", diz Saul Kaye, CEO da iCan, grupo de cinco empresas de pesquisa e desenvolvimento ligadas à cânabis.

A iCan levantou US$ 40 milhões só em 2017 para sua incubadora. Investidores estrangeiros investiram um total de US$ 250 milhões no ano passado em start-ups locais.

Entre os produtos desenvolvidos estão um vaporizador que ajuda pessoas com insônia a dormir. O iCan Sleep começa a ser vendido em abril. Também há um nebulizador que lança cânabis em pequenas doses nos pulmões de quem sofre de asma.

Uma das maiores empresas é a Breath of Life Pharma, que conduz dezenas de testes clínicos para remédios com benefícios contra leucemia, câncer no cérebro, psoríase, diabetes e fibromialgia.

Já a Bazelet estuda e comercializa remédios à base de terpeno o aroma da maconha contra dor crônica, pós-trauma, doença de Parkinson, Alzheimer e epilepsia. Fonte: Folha de S.Paulo.

Agrotóxico que causa mutação genética e Parkinson pode ser liberado por deputados

16.02.2018 ||  A Câmara dos Deputados poderá sustar resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbe o uso no País de agrotóxicos que contenham a substância ativa ‘Paraquate’ em sua composição (Resolução 117/17).

É o que pretende o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 817/17, do deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS). “O setor agropecuário se depara com a proibição de uma das ferramentas mais importantes para o cultivo de várias das principais culturas nacionais – como a soja, cana-de-açúcar, milho, algodão e trigo”, observa Heinze.

O deputado argumenta que o Paraquate é registrado e comercializado em 85 países, entre os quais EUA, Canada, Austrália, Japão e Nova Zelândia, que, segundo ele, possuem os sistemas regulatórios mais exigentes do mundo. Para Heinze, o parecer da Anvisa fundamentou-se em argumentos políticos e não científicos.

O parecer da Anvisa que proíbe o uso de Paraquate conclui que o manuseio do produto pode levar a mutação genética e causar a doença de Parkinson.

Heinze rebate as conclusões da Anvisa baseando-se no parecer do órgão sanitário da Austrália (Australian Pesticides and Veterinary Medicines Authority (APVMA), o qual, segundo o deputado, concluiu em 2016 que não há relação causal do Paraquate com a doença de Parkinson ou com mutagenicidade. Fonte: Página 20.