quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Magnata da China que tinha sumido investe US$ 1 bilhão em pesquisa

Em entrevista, o magnata explicou o que o levou a desistir do trabalho de sua vida e entregar o mercado à Alibaba Group Holding e à Tencent Holdings, cujos fundadores são agora os dois homens mais ricos do país

16/8/2017 - (Bloomberg) -- Há 12 anos, a maior empresa on-line da China não era a Alibaba, nem a Tencent, e sim a produtora de jogos Shanda Interactive Entertainment. Seu fundador era um jovem chamado Chen Tianqiao, que tinha se tornado bilionário aos 30 anos.

Chen era mais famoso que Jack Ma, da Alibaba, durante a maior parte da última década – e de repente sumiu. Ele foi embora da China e desapareceu quase completamente dos olhos do público. E em 2012 fechou o capital de sua empresa que tinha ações negociadas na Nasdaq.

Agora Chen finalmente está pronto para voltar a falar publicamente. Com 44 anos, ele mora em Cingapura e está planejando seu próximo passo. Durante uma visita da Bloomberg ao escritório dele na cidade-estado, Chen explicou o que o levou a desistir do trabalho de sua vida e entregar o mercado à Alibaba Group Holding e à Tencent Holdings, cujos fundadores são agora os dois homens mais ricos do país. Tudo começou com ataques de pânico quando ele estava na casa dos 30 anos e depois piorou com o estresse crescente gerado pela concorrência e pela regulação governamental. Finalmente ele decidiu que precisava salvar a própria saúde.

“Eu olhava o pôr do sol todas as tardes e pensava que nunca mais acordaria”, disse Chen, sentado com a esposa perto da pintura de uma dançarina girando, em uma casa colonial de dois andares que usa também como escritório.

A experiência acabou levando-o a um novo caminho. As dificuldades causadas por sua condição mental, combinadas às suas crenças budistas, o convenceram a se concentrar em pesquisas sobre o cérebro humano.

Ele destinou US$ 1 bilhão à iniciativa, de uma fortuna pessoal de pelo menos US$ 2,4 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index. O total inclui US$ 115 milhões que Chen e a esposa já entregaram ao Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) para estabelecer o Instituto Tianqiao e Chrissy Chen para a Neurociência. O restante será usado para financiar jovens cientistas de forma direta e para criar a Universidade Chen em algum lugar dos EUA.

O conceito da universidade é pouco comum, para dizer o mínimo: reunirá acadêmicos de diversas áreas, desde Neurociência, Biologia e Psiquiatria até estudos de Filosofia e divindades, e os incentivará a trabalhar em conjunto. Chen acredita que chegou a hora de se concentrar na melhora do bem-estar emocional dos seres humanos após séculos de esforços para melhorar o nível de vida.

“Esta será uma universidade cuja missão será tentar responder quem somos e de onde viemos”, disse ele. “Durante milhares de anos ampliamos nossa felicidade alterando o mundo físico. Agora, devemos resolver este problema explorando o nosso interior.”

Chen nasceu na província chinesa de Zhejiang, ao sul de Xangai, em 1973, e cresceu enquanto o país começava a abraçar o capitalismo após a Revolução Cultural. Ele se formou em Economia na Universidade Fudan um ano antes do normal. Conheceu sua esposa, Chrissy, quando os dois trabalhavam em uma empresa de títulos. Eles se casaram seis meses depois e logo deixaram a empresa para fundar a Shanda, em 1999.

Na época, muitos empreendedores chineses corriam para criar portais de internet e diretórios de websites similares ao Yahoo!. Chen, com 26 anos na época, seguiu seu próprio caminho: ele criou uma empresa de jogos on-line com Chrissy, com o irmão mais novo e com cerca de US$ 60.000 em economias.

Sua primeira grande chance veio com a compra dos direitos de distribuição do jogo de RPG sul-coreano Legend of Mir II. A receita aumentou, dando à Shanda dinheiro suficiente para começar a desenvolver seus próprios jogos, entre eles o título World of Legend. O jogo on-line virou mania entre os adolescentes chineses nos cibercafés e com isso os lucros dobraram entre 2002 e 2003. A empresa captou US$ 152 milhões em uma oferta pública inicial na Nasdaq em maio de 2004.

A trajetória da empresa pública foi tumultuada. As ações subiram no primeiro ano, depois despencaram no segundo, quando os usuários inconstantes passaram a optar por outros jogos. Chen se diversificou, proclamando que queria se transformar na Disney da China, depois dobrou a aposta nos jogos e viu suas ações subirem novamente. Em 2009, ele separou a unidade de jogos Shanda Games em uma oferta de US$ 1 bilhão -- maior IPO dos EUA naquele ano.

Mas a pressão tinha um preço. Em 2004, Chen estava em um voo de Xangai para Pequim quando sentiu uma dor lancinante no peito. Convencido de que estava sofrendo um ataque cardíaco, ele correu para um hospital após o pouso. Os médicos disseram que seu coração estava em perfeitas condições. Ele estava sofrendo um ataque de pânico.

Naquela tarde, ele se sentou sozinho em um banco na capital da China, pensando que nunca mais faria negócios. “Foi muito estressante, muito doloroso”, disse ele. Mas depois de tomar medicação e se recuperar, ele voltou ao trabalho.

As ambições de Chen cresciam e, assim, ele se expandiu para o entretenimento doméstico. Fechou uma parceria com a Intel e a Microsoft para criar um novo conversor que permitiria que os telespectadores acessassem a internet, jogassem jogos da Shanda e comprassem música e filmes.

Mas representantes do governo se opuseram a essa iniciativa. Eles relutavam em ceder o controle sobre as telas de televisão a pessoas que não faziam parte do governo, segundo Chen. O projeto não vingou. Chen disse que nunca tinha conseguido falar sobre os motivos do fracasso até hoje. “Passaram cerca de 10 anos”, disse ele.

Ele sofreu seu segundo ataque em 2009, desta vez mais grave e duradouro. Emocionalmente, chegou ao fundo do poço, a tal ponto que, em determinados momentos, sentia que não podia se mexer.

“Se estava deitado, não conseguia me sentar. Se estava sentado, não conseguia me levantar. E não podia respirar”, disse ele.

Em um primeiro momento, Chen foi para Cingapura para fazer uma pausa. Enquanto observava a Tencent, a Alibaba e a Baidu preencherem o vazio que ele havia deixado para trás, planejou seu retorno. Mas ouviu o alerta de sua esposa, de que havia oportunidades diferentes à frente.

“Muitas pessoas dedicam toda uma vida a escalar uma montanha. Talvez você possa escalar várias montanhas”, disse ela.

Devoto budista, Chen estudou maneiras de transcender o sofrimento e decidiu mudar de rumo para sempre: a família foi morar em Cingapura em 2010 e começou a abandonar os negócios. Em 2011, eles apresentaram uma oferta de US$ 2,3 bilhões para fechar o capital da Shanda Interactive. Posteriormente, venderam suas ações na Shanda Games e Chen renunciou ao conselho da empresa.

Durante três anos, o casal avaliou a que deveria se dedicar e finalmente se decidiram pelo cérebro.

A constatação de que “existe algo mais importante do que você mesmo veio quando me tornei mãe”, disse Chrissy, sentada ao lado de Chen.

No entanto, nem tudo é altruísmo. Os Chen veem um enorme potencial de negócio na decodificação do cérebro humano. Entre outros projetos, eles planejam financiar pesquisas sobre doenças debilitantes como Alzheimer e Parkinson. Eles já financiaram a ElMindA, uma startup israelense que está desenvolvendo ferramentas para detectar estágios iniciais de doenças cerebrais.

Em seu escritório em Cingapura, Chen diz que se arrepende de poucas coisas. Ele aplaude a Alibaba e a Tencent por fazerem um “trabalho muito bom” e diz que agradece a pausa que deu em sua vida. Agora, ele está pronto para avançar com sua próxima aventura e deixar seu eu de 30 e poucos anos para trás.

“Eu olho para ele e vejo que era um jovem brilhante”, diz Chen. “Mas preciso deixar esse Tianqiao lá atrás e avançar.” Fonte: Infomoney.
Pelo que parece, não é apenas mais um bilionário! A fortuna a serviço do próximo, e não ficará na história por coisas mundanas, mas muito mais, História com H!. Parabéns à este ilustre cidadão chinês!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Por decisão judicial, idoso com doença de parkinson continuará recebendo tratamento domiciliar

O magistrado também determinou a multa diária no valor de R$ 500 caso haja o descumprimento da medida por parte do plano de saúde

10/08/2017 - A Geap Autogestão em Saúde deve continuar prestando atendimento domiciliar para idoso portador de Parkinson, esquizofrenia e com insuficiência renal crônica. A determinação partiu da 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal e foi proferida nessa quarta-feira, 9, com relatoria da juíza convocada Rosilene Ferreira Tabosa Facundo.

No dia 5 de junho de 2016, segundo os autos, o paciente titular do plano de saúde GEAP Saúde ll foi internado no Hospital Otoclínica, em Fortaleza, com traumatismo craniano hemorrágico, após ter levado uma queda. A partir disso, necessitou de cuidados diários. O tratamento domiciliar foi recomendado pela equipe médica, mas negado pelo plano de saúde.

A negativa da empresa fez a família recorrer à Justiça. Em sede de tutela antecipada, a família solicitou que a Geap prestasse assistência médica 24 horas por dia. A alegação foi a de que o paciente está impossibilitado de se locomover.

O juiz Benedito Hélder Afonso Ibiapina, da 16ª Vara Cível da Comarca de Fortaleza, concedeu a tutela antecipada. Ele determinou que o plano disponibilizasse a assistência inicial, por tempo indeterminado ou até que outro relatório médico comprove que é desnecessário. O magistrado também determinou a multa diária no valor de R$ 500 caso haja o descumprimento da medida.

A Geap alegou que o caso clínico exige somente internação hospitalar de média complexidade, ou seja, de 12 horas por dia e não 24 como foi solicitado pela família. Por isso, requereu que o paciente fosse inserido no Programa de Gerenciamento de Casos (PGC), o que diminuiria o tempo de assistência.

Ao avaliar o recurso, a 1ª Câmara de Direito Privado manteve, por unanimidade, a decisão de 1º Grau, acompanhando o voto da desembargadora relatora. A decisão diz que o tratamento por apenas 12 horas seria uma evidente restrição de direitos, tanto à vida quanto à saúde. Fonte: O Povo.

4 Possible Causes of Parkinson’s Disease

4 Possible Causes of Parkinson’s Disease.

For Parkinson’s, Two New Drugs Coming As Prevail Gets Started in NY

For Parkinson’s, Two New Drugs Coming As Prevail Gets Started in NY.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Traçando o caminho das proteínas da doença de Parkinson

August 5, 2017 - Resumo:
Os pesquisadores desenvolveram um conjunto de ferramentas para observar, monitorar e quantificar como as proteínas dobradas associadas à doença de Parkinson entram em neurônios em culturas de laboratório e o que acontece com elas uma vez que estão dentro.

HISTÓRIA COMPLETA
À medida que as doenças neurodegenerativas, como a doença de Parkinson e a doença de Alzheimer, as proteínas dobradas aglutinam em neurônios, recrutando proteínas normais na célula também dobrada e agregada. As células em que isso ocorre degeneram e eventualmente morrem. Ser capaz de manter o olho no paradeiro dessas proteínas corrompidas é a chave para desvendar essas doenças e desenvolver curas.

Uma equipe de pesquisadores já desenvolveu um conjunto de ferramentas para observar, monitorar e quantificar as proteínas dobradas associadas à doença de Parkinson entre os neurônios nas culturas laboratoriais e o que acontece com elas uma vez que estão dentro. Os resultados serão publicados na edição de 11 de agosto do Journal of Biological Chemistry.

A alfa-sinucleína é uma proteína encontrada em todos os neurônios, onde se pensa estar envolvida a regulação da liberação do neurotransmissor. Palhetas de alfa-sinucleína dobradas incorretamente juntas, formando depósitos fibrosos chamados fibrilas amilóides. Estes são os principais componentes dos corpos de Lewy, as massas observadas nos neurônios dos pacientes de Parkinson.

Em 2011, o grupo de Virginia Lee no Center for Neurodegenerative Disease Research da Universidade da Pensilvânia mostrou que, se as fibrilas de alfa-sinucleína produzidas em laboratório fossem adicionadas aos neurônios que cresciam em um disco, os neurônios desenvolveriam corpos de Lewy e exibiam outros sintomas de neurodegeneração. Este estudo e outros sugeriram que a alfa-sinucleína equivocada poderia se espalhar de célula para célula, em vez de se formar de novo em cada célula individual. No entanto, não havia como observar diretamente os passos iniciais das fibrilhas de alfa-sinucleína que entram nas células.

"Nossa compreensão da doença neurodegenerativa - ou mesmo a função normal do cérebro saudável, para esse assunto - está limitada pelas técnicas que atualmente temos à nossa disposição", disse Richard Karpowicz Jr., um pós-doutor no laboratório de Lee que liderou o novo estudo.

Karpowicz desenvolveu um método simples mas sensível para visualizar fibrilas de alfa-sinucleínicas que entram em células. Primeiro, ele cultivou neurônios e fibrilas sintetizadas de alfa-sinucleína marcadas com proteínas fluorescentes. Em seguida, ele colocou as células e as fibrilas fluorescentes em um disco juntas. Em seguida, ele adicionou um corante, chamado tripano azul, que desliga as marcas fluorescentes. Importante, este corante não pode passar por membranas celulares intactas, o que significa que não pode desligar tags que já estão dentro das células. Uma vez que ele adicionou o corante, as fibrilas brilhantes fora das células desligaram, mas as que já entraram na célula continuaram a brilhar, permitindo que ele visualize e conte as fibrilas internalizadas.

Além disso, em colaboração com o grupo de pesquisa de E. James Petersson no Departamento de Química da Universidade da Pensilvânia, os pesquisadores também desenvolveram fibrilas marcadas com etiquetas fluorescentes duradouras que eram sensíveis ou insensíveis à acidez. Com base em se a fluorescência era visível, os pesquisadores poderiam determinar quando as fibrilas entraram em compartimentos ácidos na célula, o que lhes permitiu deduzir os processos celulares que atuavam sobre as fibrilas.

Usando esses métodos, a equipe conseguiu obter várias idéias sobre o destino das fibrilhas que entram nas células. Eles descobriram que as fibrilas foram ativamente envolvidas pela membrana celular e transportadas para os lisossomos, o compartimento de descarte de resíduos da célula, onde a maioria das fibrilas permaneceu por dias. "É incrível o quanto a célula pode seqüestrar", disse Karpowicz. Mas apesar dos melhores esforços das células, algumas fibrilas encontraram o caminho para sair dos lisossomos e induziram agregação de proteínas.

Quando os pesquisadores adicionaram cloroquina às células para inibir a atividade lisossômica, mais e mais da alfa-sinucleína nativa foi recrutada para formar agregados. A disfunção lisossômica é freqüentemente observada em pacientes com doenças neurodegenerativas. "Nós sabemos que algumas das [proteínas patológicas], de alguma forma, saem dos lisossomos", disse Lee. "Mas nós não sabemos como isso acontece".

Mas ser capaz de quantificar com precisão a quantidade de fibrilas retomadas permitirá que os pesquisadores criem rapidamente potenciais compostos farmacológicos que poderiam ser usados ​​um dia para impedir a disseminação das proteínas corrompidas em um paciente. "Uma vez que você pode observar a absorção de [fibrilas] na célula e quantificar o quanto está dentro da célula, então você pode adicionar pequenas moléculas para ver se você pode reduzir a absorção", disse Lee. "É realmente um ensaio simples e não leva muito tempo". Karpowicz acrescentou que olhar para a variação genética nestes caminhos de absorção poderia fornecer dicas sobre por que algumas pessoas são mais suscetíveis à doença do que outras. Original em inglês, tradução Google, revisão Hugo. Fonte: Science Daily.

Doença de Parkinson terá nova opção de tratamento no SUS

Quarta, 09 Agosto 2017 - Mesilato de rasagilina é aprovado pela CONITEC e Ministério da Saúde

A Teva, uma das principais empresas farmacêuticas do mundo, teve seu medicamento mesilato de rasagilina (Azilect®) aprovado pelo Ministério da Saúde e o atual protocolo de tratamento da Doença de Parkinson no Sistema Único de Saúde (SUS) será atualizado.

A doença de Parkinson é um distúrbio neurológico que afeta o sistema motor causando tremores, rigidez, lentidão nos movimentos e alterações de equilíbrio. De caráter progressivo, crônico e degenerativo, a doença pode estar ainda associada a sintomas como alucinações e confusão, além de problemas no trato urinário e intestinal1. De acordo com as estimativas da Organização Mundial de Saúde, cerca de 200 mil pessoas sofrem com a doença no Brasil.

Mesilato de rasagilina auxilia no aumento e manutenção de níveis de dopamina no cérebro, substância química envolvida no controle do movimento, minimizando com isso os sintomas desta doença. O tratamento da Doença de Parkinson geralmente requer a associação de vários medicamentos ao longo da vida, dificultando com isso a aderência dos pacientes ao tratamento. O mesilato de rasagilina pode ser usado conjuntamente com a levodopa ou em monoterapia, e apresenta administração descomplicada com apenas um comprimido via oral ao dia.

Após a publicação no Diário Oficial da União (DOU) no último dia 03 de agosto, com a decisão de incorporar o mesilato de rasagilina no SUS, o Ministério da Saúde terá 180 dias de prazo para disponibilizar o medicamento na rede pública, com isso estima-se que o medicamento esteja disponível aos pacientes em Fevereiro de 2018. A próxima etapa importante do processo contempla agora a atualização do Protocolo de tratamento da Doença de Parkinson na rede pública.

“O protocolo de Doença de Parkinson no SUS não era atualizado desde 2010 e a aprovação de mesilato de rasagilina pela CONITEC e Ministério da Saúde é, sem dúvida nenhuma, uma grande notícia para milhares de pessoas que vivem com esta doença no Brasil, pois permitirá o acesso a uma tecnologia inovadora e já consagrada no mundo todo”, afirma o diretor de acesso ao mercado e relações governamentais da Teva Brasil, André Vicente.

O principal foco de pesquisa da Teva está na identificação e desenvolvimento de soluções médicas para necessidades não atendidas. “A Teva oferece produtos para tratar pacientes com doenças neurológicas e neurodegenerativas em vários países do mundo e queremos que esses medicamentos também estejam disponíveis para os brasileiros”, diz o diretor médico da Teva Brasil, Dr. Tony Piha. Estão em andamento planos de ampliação do portfólio de produtos para incluir tratamentos para distúrbios do movimento, soluções inovadoras em cefaléia, enxaqueca, e outros distúrbios. Fonte: Segs.